Diferenças: um par e uma dança


por Keice Granzotto Casarri

Onde estão as diferenças? Em um conceito abrangente estão por todos os lados. Ao longo do tempo e das gerações surgiram e, desde os primórdios, convive-se com elas.

Há muito se discute como enfrentar os problemas resultantes da pluralidade e poderia aqui enumerar um sem fim de exemplos: orientais, negros, brancos, indígenas, miscigenados ou não, barreiras sociais, econômicas, culturais, ideológicas e etc. Eis um cenário em que a dança de salão pode ser um mecanismo poderoso.

Somos muitos, mas somos únicos e cada um de nós é diferente do outro. A dança de salão observa essa diversidade dançando a diversidade. Em um mesmo salão de baile há uma reunião de descendentes de todas as origens e níveis. As pessoas re-criam-se e o experimentar contribui com o respeitar.

Como diz o escritor austríaco, Hugo Hofmannsthal: “É necessário…um momento especial para reconhecermos as diferenças…”. Dançar em par é celebrar a individualidade e fortalecer a semelhança. É colocar a desigualdade no seu devido lugar: o de ser simples e pura variabilidade. As diferenças existem apenas nos estilos de dança, o que conta é unir-se e compartilhar. 

Então, sugiro: como inspiração para fazer as diferenças interagir de forma harmônica e produtiva, vamos dançar!

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