Panelinhas e afins


por Keice Granzotto Casarri

Não há forma mais desprezível de estar no mundo da dança, do que fazer parte de uma panelinha. Esse tipo de coisa, só serve para excluir, menosprezar, criar ambientes ruins e desagregar as pessoas, além de não ser nada educado.

A elegância de comportamento é própria da natureza de almas pensantes e, definitivamente, nem passa perto dos que se isolam em seus grupinhos e agem como peixe baiacu: estufam o peito e se sentem “os melhores do mundo”.  A verdade é que, quanto mais se sentem, menos são. Quem é, é, não precisa provar nada porque  domina a arte de não se fazer notar, aliada ao cuidado sutil de se deixar distinguir.

Posso oferecer uma dica? NÃO FAÇAM parte de panelinha alguma. Se não fazem, façam questão de continuar assim. As paredes grossas e nem sempre transparentes das “panelas”, não permitem enxergar o que está do lado de fora, e o que menos se deve desejar na dança, é estar nesses redutos fechados e espaçosos demais…porque panelinhas são apenas um “amontoado de lata”, onde falta muita coisa e sobra infantilidade!

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