O dia de todos nós: dançarinos de salão


por Keice Granzotto Casarri

…A maior recompensa que a dança de salão oferece, é o que cada pessoa se torna ao dançar a dois…

O dia hoje é para parabenizar todos os entusiastas que carregam em seus corpos e em seus corações, a força necessária para tornar a vida mais feliz e o mundo ainda mais belo: a dança!

Um feliz dia aos dançarinos de salão e, para comemorar, que tal exercitar um dois para lá e dois para cá!? Vamos dançar!

Um lindo dia dançante


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FELIZ DIA INTERNACIONAL DA DANÇA!!!

E nessa data, todos os anos, eu ainda me pergunto: “porque não comecei a dançar antes?

Um feliz 29/04/14 para todos aqueles que, como eu, carregam a dança no coração.

21/07 – Dia Do Dançarino de Salão


por Keice Granzotto Casarri

O dia de hoje não precisa de mais nada, a não ser que você possa sair e dançar muiiiiiiiiiiitoooo!!!!
Parabéns à todos

Aprendiz, sempre aprendiz


por Keice Granzotto Casarri

Nas entrelinhas das diversas aulas dançantes que existem por aí, está o desafio de provocar as pessoas a saírem da sua zona de conforto. Esse desafio se torna ainda maior quando os alunos são veteranos ou profissionais de dança, que tendem quase que instintivamente, a se armarem e erguer suas defesas para minimizar o incômodo das novidades. É o famoso: sempre fiz assim e vou continuar assim!

Que tal abrir espaço para o novo? Novos avanços revigoram o ânimo, geram motivação para ir a diante e conquistar sempre mais. Não importa há quanto tempo convive com a dança, trazer a tona o comportamento de ser puro e simples aprendiz é importante, pois uma aula é um processo. Entregue-se ao que está sendo proposto, vivencie da maneira mais aberta possível, olhe por outra perspectiva e só depois, quando tudo terminar, analise se os ensinamentos podem ser úteis e satisfatórios.

Não estou sugerindo que se deva ser passivo ou submisso durante uma aula de dança, principalmente quando se tem repertório e bagagem. Um bom aprendiz é participativo, pergunta, sugestiona, debate e argumenta, mas não com uma postura defensiva, de crítica e de dono da verdade, o intuito deve ser o de construir conhecimentos para desenvolver e aperfeiçoar habilidades.

Não se esqueça, alguém sempre pode te trazer uma facilidade ou uma melhora ainda não pensada. Na dança, uma verdade única é rara e improvável, as coisas costumam ter vários caminhos e vertentes, e o resultado só acontece, se o que se aprende é posto em prática no cotidiano. A frase de Guimarães Rosa cabe como uma luva e encerra harmoniosamente esse artigo: “mestre não é quem sempre ensina, mas quem de repente, aprende”.

É pique, é pique


por Keice Granzotto Casarri

3 é o número da vez.

Sim, já são três velinhas! Há três anos aparecia por aqui o primeiro artigo e mais do que quantidade de posts, comentários ou acessos, o que importa é a qualidade do conteúdo, a riqueza do que se aprende e compartilha, a marca que se deixa e as portas que se abrem.

Muito feliz por mais esse aniversário do blog. Obrigada leitores, a festa é nossa, minha e SUA, que é a razão principal do sucesso desse espaço.

Dica: aqueles que puderem, comemorem dançando!!!

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2013, viva!


por Keice Granzotto Casarri

Para começar o ano com ritmo total, compartilho uma das minhas pequenas-grandes filosofias:

“Homens e mulheres podem aprender como se movimentar e que passos dar, mas quem vê na dança uma paixão, flutua de um jeito sem explicação. É como se mágica tocasse os pés e brilho, os olhos. Fato: os que amam dançar não usam só o corpo, usam o coração…” {by Keice G. Casarri}

Que 2013 nos traga muitas danças!

O tal do assédio moral


por Keice Granzotto Casarri

A violência moral, não é um fenômeno novo e  tem como pano de fundo uma questão crucial nos dias de hoje: a ética e a moral.  Ética pode ser definida como a ciência que estuda a conduta humana. Moral é a qualidade desta conduta, quando julga-se do ponto de vista do bem e do mal.

Segundo o dicionário Aurélio, o assédio moral está ligado à situações humilhantes e/ou constrangedoras. No livro “Assédio Moral: a violência perversa no cotidiano” (HIRIGOYEN, 2000), o autor define  a prática como “o conjunto de atitudes, quase invisíveis,(…)com o fim de diminuir o outro (…)em palavras, gestos, ações ou omissões”  e afirma ainda, que o meio educativo é um dos mais afetados pela presença de assédio moral, onde os métodos mais usados são as manobras de isolamento e a recusa de comunicação.

Considerando professores dança como arte-educadores, o apontamento de Hirigoyen é, infelizmente, realista. Basta navegar em sites de reclamações ou ouvir alguns relatos, que é possível perceber que existem profissionais que dão tratamento excludente à seus alunos e se dedicam a atos discriminatórios, em razão de aparência física, idade, dificuldade de aprendizado ou qualquer outro motivo.

O traço unificador entre o docente e o discente, o prazer entre aprender e ensinar,  está sendo esquecido ou ignorado por alguns profissionais  –  se é que podem ser assim classificados . É fato que, um(a) professor(a) dança, possui maior capacitação técnica que um aluno, mas ter uma titulação, não deveria fazer ninguém se sentir inalcançável, insubstituível ou imbatível.

Um(a) professor(a) não é só reconhecido por  seus conhecimentos e habilidades, ele(a) se torna respeitado(a)  quando oferece serviços de qualidade e quando também demonstra respeito por sua área de atuação, seu colegas de profissão e, principalmente, por seus alunos.  Docentes que se julgam superiores a tudo e a todos, acabam por ganhar uma legião de contra-fãs e, a longo prazo, um futuro bem pouco promissor.

O alerta fica para os dirigentes de escolas de dança: atentem-se para as atitudes da sua equipe de professores.  Cuidado com a baixa índole profissional, pois como é possível que  uma escola cresça, prospere e atinja objetivos maiores, se os  responsáveis por gerir o principal aspecto do negócio – ensinar –  não cumprem se quer os princípios básicos que norteiam a conduta humana na sociedade?